Pesquisadores e filósofos prosseguem na tradição de encontrar exemplos da “assinatura de Deus” nos sistemas biológicos para rebater o chamado novo ateísmo.
Nos últimos tempos, o mercado literário tem sido inundado por títulos defendendo o ateísmo. Boa parte deles viraram best-sellers – caso de Deus, um delírio, de Richard Dawkins, o mais ruidoso lançamento recente nesta linha. Pode-se supor, à primeira vista, que seja impossível aos pensadores modernos defender intelectualmente a existência de Deus. Todavia, um exame rápido nos livros do próprio Dawkins, bem como de autores como Sam Harris e Christopher Hitchens, entre outros, revela que o chamado novo ateísmo não possui base intelectual e deixa de lado a revolução ocorrida na filosofia anglo-americana. Tais obras refletem mais a pseudociência de uma geração anterior do que retratam o cenário intelectual contemporâneo.
O ápice cultural dessa geração aconteceu em 8 de abril de 1966. Naquela ocasião, o principal artigo da revista Time um dos maiores semanários da imprensa americana, foi apresentado numa capa completamente preta, com três palavras destacadas em vermelho: “Deus está morto?”. A história contava a suposta “morte” de Deus, movimento corrente na teologia naquela época. Porém, usando as palavras de Mark Twain, a notícia do “falecimento” do Senhor foi prematura. Ao mesmo tempo em que teólogos escreviam o obituário divino, uma nova geração de filósofos redescobria a vitalidade de Deus.
Para entender melhor a questão, é preciso fazer uma pequena digressão. Nas décadas de 1940 e 50, muitos filósofos acreditavam que falar sobre Deus era inútil – aliás, verdadeira tolice –, já que não há como provar a existência dele pelos cinco sentidos humanos. Essa tendência à verificação acabou se desfazendo, em parte porque os filósofos descobriram simplesmente que não havia como verificar a verificação! Esse foi o evento filosófico mais importante do século 20. O fim do império da verificação libertou os filósofos para voltarem a tratar de problemas tradicionais que haviam sido deixados de lado.
Com o renascimento do interesse nas questões empíricas tradicionais, sucedeu algo que ninguém havia previsto: o renascimento da filosofia cristã. A mudança começou, provavelmente, em 1967, com a publicação de livro God and Other Minds: A Study of the Rational Justification of Belief in God (“Deus e outras mentes: um estudo sobre a justificação racional da crença em Deus”), de Alvin Plantinga. Seguiram-se a ele vários filósofos cristãos, que militaram escrevendo em jornais eruditos, participando de conferências e publicando suas obras nas melhores editoras acadêmicas. Como resultado, a aparência da filosofia anglo-americana se transformou. Embora talvez ainda seja o ponto de vista dominante nas universidades americanas, o ateísmo hoje é uma filosofia em retirada.
Em um artigo recente, o filósofo Quentin Smith, da Universidade Western Michigan, lamentou o que chama de “dessecularização” da academia, que no seu entender evoluiu nos departamentos de filosofia desde o fim dos anos 60. Ele se queixa da passividade dos naturalistas diante da onda de “teístas inteligentes e talentosos que entram na academia hoje”. E conclui: “Deus não está morto na academia; voltou à vida no fim da década de 60 e hoje está vivo em sua última fortaleza acadêmica – os departamentos de filosofia”.
Teologia natural
O renascimento da filosofia cristã foi acompanhado pelo ressurgimento do interesse na teologia natural, ramo que tenta provar a existência de Deus sem usar a revelação divina. O alvo dessa teologia natural é justificar uma visão de mundo teísta ampla, que é comum entre cristãos, judeus e muçulmanos – e, claro, deístas. Embora poucos os considerem provas atraentes da existência de Yahweh dos cristãos, todos os argumentos tradicionais a favor da veracidade de Deus, além de alguns novos, encontram hoje defensores hábeis.
O argumento cronológico, por exemplo, defende que tudo o que existe tem uma explicação para sua existência, seja na necessidade de sua natureza ou em uma causa externa. E, se há uma explicação para a existência do universo, essa é a existência de Deus. Trata-se de um argumento com validade lógica, já que uma causa externa para o universo tem de estar além do espaço e do tempo; portanto, não pode ser física nem material. O argumento cronológico é defendido por estudiosos como Alexander Pruss, Timothy O’Connor, Stephen Davis, Robert Knoos e Richard Swinburne, entre outros.
Já o argumento cosmológico considera que tudo que começa a existir tem uma causa; portanto, se o universo passou à existência, também ele tem uma causa. Stuart Hackett, David Oderberg, Mark Nowacki e eu, particularmente, o defendemos. A premissa básica com certeza parece mais plausível do que sua negativa – afinal, acreditar que as coisas simplesmente comecem a existir sem uma causa é pior do que acreditar em mágica. Ainda assim, é surpreendente o número de ateus que evitam tal explicação. Tradicionalmente, os ateus defendem a eternidade do universo. Há, porém, muitos motivos, tanto filosóficos quanto científicos, para duvidar dessa eternidade. Para a filosofia, por exemplo, a idéia de passado infinito é absurda; se o universo nunca teve início, então o número de eventos históricos é infinito. Essa idéia é muito paradoxal, e, além disso, levanta um problema: como o evento presente poderia acontecer se houvesse um número infinito de eventos para acontecer antes?
Além do mais, uma série notável de descobertas astronômicas e astrofísicas do século passado conferiu nova vida ao argumento cosmológico. Temos, hoje, evidências bem fortes de que o universo não é eterno no passado, mas que teve um início absoluto há cerca de 13,7 bilhões de anos, em um cataclismo conhecido como Big Bang. Esta tese é espantosa porque representa a origem do universo a partir de praticamente nada – afinal, toda matéria e energia, inclusive o espaço e o tempo físicos, teriam derivado dele. Os recentes experimentos com o LHC, o mega-acelerador de partículas instalado nos Alpes suíços, caminham justamente nesta direção. Alguns cosmólogos até tentaram fabricar teorias alternativas para fugir a esse início absoluto – porém, nenhuma delas foi aceita pela comunidade científica.
Em 2003, os cosmólogos Arvind Borde, Alan Guth e Alexander Vilenkin conseguiram provar que qualquer universo que exista, em estado de expansão como o nosso, não pode ter passado eterno; mas teve, necessariamente, um início absoluto. “Os cosmólogos não podem mais se esconder atrás da possibilidade de um universo com passado eterno”, diz Vilenkin. “Não há como fugir – eles têm de encarar o problema do início cósmico”. Segue-se, então, que precisa ter havido uma causa transcendente que trouxe o universo à existência. Uma causa plausível no tempo, acima do espaço, e portanto, imaterial e pessoal.
“Assinatura de Deus”
Resta o argumento teológico. Este permanece firme como sempre, defendido, em várias formas, por gente como Robin Collins, John Leslie, Paul Davies, William Dembski e Michael Denton. Ultimamente, com o movimento denominado Projeto Inteligente, boa parte destes pesquisadores prosseguem na tradição de encontrar exemplos da “assinatura de Deus” nos sistemas biológicos. Todavia, o ponto sensível da discussão enfoca a recente descoberta da sintonia do cosmos com a vida. Essa sintonia assume dois aspectos – primeiro, porque quando as leis da natureza são expressas em equações matemáticas, como a da gravidade, apresentam certas constante. Logo, não determinam esses valores. Segundo, há certas variantes arbitrárias que fazem parte das condições iniciais do universo – a quantidade de entropia, por exemplo. Essas constantes e quantidades se encaixam em um alcance extraordinariamente pequeno de valores que permitem a existência de vida. Se fossem alteradas em valor inferior ao da grossura de um fio de cabelo, o equilíbrio que permite a existência e sustentação da vida seria destruído – ou seja, não haveria vida.
A essência dessa argumentação é de que a existência do universo, tal qual o conhecemos, decorre do acaso ou de um projeto. Quanto ao acaso, teóricos contemporâneos cada vez mais reconhecem que as evidências contra a sintonia são quase insuperáveis, a não ser quese esteja pronto a aceitar a hipótese especulativa de o nosso universo ser apenas um membro de um hipotético conjunto infinito e aleatório de universos. Nesse conjunto, pode-se imaginar qualquer tipo de mundo físico, e obviamente só encontraríamos um onde as constantes e quantidades são compatíveis com nossa existência.
Claro que todos esses argumentos são objeto de réplicas e contra-réplicas – e ninguém imagina que algum dia se chegará a consenso. Na verdade, há sinais de que o gigante adormecido do ateísmo, após um período de passividade, vai despertando de suasoneca e entrando na briga. J. Howard Sobel e Graham Oppy escreveram livros grandes e eruditos criticando os argumentos da teologia natural, e a Cambridge University Press lançou Companion to Atheism (“Companheiro do ateísmo”) no ano passado. De toda forma, a simples presença do debate na academia prova como é saudável e vibrante a visão de mundo teísta hoje.
Relativismo
Muita gente pode pensar que a reaparição da teologia natural em nossos dias seja apenas trabalho desperdiçado. Afinal, não vivemos em uma cultura pós-moderna, onde o apelo a argumentos apologéticos como esses deixaram de ser eficazes? Hoje, não se espera mais que argumentos para defender o teísmo funcionem. Não por outra razão, cada vez mais cristãos apenas compartilham sua história e convidam outros a participar dela.
Esse tipo de raciocínio carrega um diagnóstico errado, desastroso para a cultura contemporânea. A suposição de que vivemos em uma cultura pós-moderna não passa de mito. Na verdade, esse tipo de cultura é impossível; não poderíamos viver nela. Ninguém é relativista quando se trata de ciência, engenharia e tecnologia – o relativismo é seletivo, só surge quando o assunto é religião e ética. Mas é claro que isso não é pós-modernismo; é modernismo! Não passa do antigo verificacionismo, que sustentava que tudo que não se pode testar com os cinco sentidos é uma questão de preferência pessoal.
Fato é que vivemos em uma cultura que continua profundamente modernista. Se não for assim, não haverá explicação para a popularidade do novo ateísmo. Dawkins e sua turma são inegavelmente modernistas e até científicos em sua abordagem. Na leitura pós-modernista da cultura contemporânea, seus livros deveriam ter sido como água sobre pedra – porém, as pessoas os agarram ansiosas, convictas de que a fé religiosa é tolice.
Sob essa ótica, adequar o Evangelho à cultura pós-moderna leva à derrota. Deixando de lado as armas da lógica e da evidência, deixaremos o modernismo nos vencer. Se a Igreja adotar esse curso de ação, a próxima geração sofrerá conseqüências catastróficas. O cristianismo se tornará apenas mais uma voz em meio a uma cacofonia de vozes que competem entre si – cada uma apresentando sua narrativa e alegando ser a verdade objetiva sobre a realidade. Enquanto isso, o naturalismo científico continuará a moldar a visão da cultura sobre como o mundo realmente é.
Uma teologia natural consistente é bem necessária para que a sociedade ocidental ouça bem o Evangelho. Em geral, a cultura do Ocidente é profundamente pós-cristã – e este estado de coisas é fruto do iluminismo, que introduziu o fermento do secularismo na cultura européia. Hoje, esse fermento permeia toda a sociedade ocidental. Enquanto a maioria dos pensadores originais do iluminismo eram teístas, os intelectuais de hoje, majoritariamente, consideram o conhecimento teológico impossível. Aquele que se dedica ao raciocínio sem vacilar até o fim acabará ateísta – ou, na melhor das hipóteses, agnóstico.
Entender nossa cultura da forma correta é importante, porque o Evangelho nunca é ouvido isoladamente, mas sempre no cenário da cultura corrente. Uma pessoa que cresce em ambiente cultural que vê o cristianismo como opção viável estará aberta ao Evangelho – mas, neste caso, tanto faz falar aos secularistas sobre fadas, duendes ou Jesus Cristo! Cristãos que depreciam a teologia natural porque “ninguém se converte com argumentos intelectuais” têm a mente fechada. O valor dessa teologia vai muito além dos contatos evangelísticos imediatos. Ao passo que avançamos no século 21, a teologia natural será cada vez mais relevante e vital na preparação das pessoas para receberem o Evangelho. É tarefa mais ampla da apologética cristã, incluindo a teologia natural, ajudar a criar e sustentar um ambiente cultural em que o Evangelho seja ouvido como opção intelectual viável para pessoas que pensam. Com isso, lhes será conferida permissão intelectual para crer quando seu coração for tocado.
Fonte: Cristianismo Hoje
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Pastor preso por denunciar relação entre líder da Assembleia de Deus e Rev. Moon
O pastor Enoque Lima foi preso após denunciar ligações entre o bispo Manoel Ferreira , líder da Assembleia de Deus Ministério Madureira, com o Rev. Moon, líder da Igreja da Unificação.
Pastor Enoque Lima foi preso nesta última sexta-feira, após suas denúncias sobre a relação entre o presidente da Assembléia de Deus Madureira e o líder da Igreja Unificação, o Rev. Moon.
O advogado evangélico que está entrando em contato com a família do pastor, Dr. Zenóbio Fonseca, afirmou que a prisão foi feita de forma ilegal.
“O Pastor Enoque é um homem correto, honrado e a sua prisão tem correlação direta com a denúncia que ele fez sobre o reverendo Moon e o Bispo Manoel Ferreira. O pastor Enoque é membro da Assembléia de Deus e está sofrendo perseguição religiosa, ataque contra a sua liberdade de expressão e informação garantida pela Constituição Federal”.
Pastor Enoque denunciava a ligação do Bispo Manoel Ferreira, presidente da Assembléia de Deus Ministério Madureira, com o Rev. Moon, líder da Igreja Unificação – considerada seita. Sua esposa acredita que a prisão tem relação com Manoel Ferreira.
Júlio Severo, em seu blog cristão, informa que recebeu um comunicado da esposa de Enoque, dizendo que ele a teria telefonado para informar sobre a sua prisão.
Segundo denúncias em seu blog, Ferreira havia tido relações com o Rev. Moon, da seita Igreja da Unificação. “Nessas denúncias, meu blog sempre usou vídeos preparados pelo Pr. Lima,” disse Júlio.
O pastor em uma carta disse que desejava esclarecer dúvidas e “explicar o uso de minhas atribuições como ministro do evangelho no exposto e comentado ‘Caso Moon Ferreira’ na internet.”
“Nossa mente vai rejeitar aquilo que não entendemos ou não compreendemos e DEUS não tem obrigação de nos explicar tudo, nem nós podemos nos cobrar saber de tudo, o que não podemos ser é omissos quanto à verdade dos fatos. Por isso realizei uma profunda pesquisa sobre o assunto, encontrei fatos estranhos que de imediato nos parece apostasia e heresia,” expressou Pastor Enoque na carta.
Enoque expôs o “Caso Moon Ferreira” na Internet (youtube), que se refere a vídeos com a pessoa do bispo Manoel Ferreira e seu envolvimento com a seita da Unificação e o Reverendo Moon.
Segundo ele, os vídeos do ‘Caso Moon Ferreira 2010 bispo na Coréia são as provas da associação entre o líder principal da Assembléia de Deus Ministério Madureira, bispo Manoel Ferreira, e o reverendo Moon, líder da seita "Igreja da Unificação," da Coréia do Sul. Os vídeos foram editados e postados por ele.
Em sua carta ele fala sobre o vídeo ‘Caso Moon Ferreira 2010,’ que mostrou o bispo Manoel Ferreira em alguns eventos relacionados à seita, conferindo a benção em uma cerimônia religiosa (casamento místico espiritual) na Igreja do reverendo Moon, em sua sede mundial na Coréia do Sul. Além disso, ele afirma que “ao contrário do que possa parecer, este não é um evento ordinário na liturgia do grupo, mas um dos eventos mais importantes para os membros da seita, pois é através do casamento místico e espiritual que os fiéis se tornam filhos espirituais do reverendo Moon.”
Ele descreveu ainda a Igreja da Unificação, dizendo que ela “é uma seita fundada por Sun Myung Moon, o qual teria nascido para completar a salvação dos homens, sendo ele mesmo a concretização da segunda vinda de Cristo.”
“Em síntese, o grupo afirma que Jesus fracassou em sua primeira vinda e cabe ao reverendo Moon completar sua missão, redimindo a humanidade. De acordo com a teologia do Moonismo, o destino final dos homens é serem casados e terem uma família perfeita. Isso porém não pode atualmente se realizar por que Jesus falhou, e assim não executou a salvação completa,” finalizou ele.
Pastor Enoque Lima foi preso nesta última sexta-feira, após suas denúncias sobre a relação entre o presidente da Assembléia de Deus Madureira e o líder da Igreja Unificação, o Rev. Moon.
O advogado evangélico que está entrando em contato com a família do pastor, Dr. Zenóbio Fonseca, afirmou que a prisão foi feita de forma ilegal.
“O Pastor Enoque é um homem correto, honrado e a sua prisão tem correlação direta com a denúncia que ele fez sobre o reverendo Moon e o Bispo Manoel Ferreira. O pastor Enoque é membro da Assembléia de Deus e está sofrendo perseguição religiosa, ataque contra a sua liberdade de expressão e informação garantida pela Constituição Federal”.
Pastor Enoque denunciava a ligação do Bispo Manoel Ferreira, presidente da Assembléia de Deus Ministério Madureira, com o Rev. Moon, líder da Igreja Unificação – considerada seita. Sua esposa acredita que a prisão tem relação com Manoel Ferreira.
Júlio Severo, em seu blog cristão, informa que recebeu um comunicado da esposa de Enoque, dizendo que ele a teria telefonado para informar sobre a sua prisão.
Segundo denúncias em seu blog, Ferreira havia tido relações com o Rev. Moon, da seita Igreja da Unificação. “Nessas denúncias, meu blog sempre usou vídeos preparados pelo Pr. Lima,” disse Júlio.
O pastor em uma carta disse que desejava esclarecer dúvidas e “explicar o uso de minhas atribuições como ministro do evangelho no exposto e comentado ‘Caso Moon Ferreira’ na internet.”
“Nossa mente vai rejeitar aquilo que não entendemos ou não compreendemos e DEUS não tem obrigação de nos explicar tudo, nem nós podemos nos cobrar saber de tudo, o que não podemos ser é omissos quanto à verdade dos fatos. Por isso realizei uma profunda pesquisa sobre o assunto, encontrei fatos estranhos que de imediato nos parece apostasia e heresia,” expressou Pastor Enoque na carta.
Enoque expôs o “Caso Moon Ferreira” na Internet (youtube), que se refere a vídeos com a pessoa do bispo Manoel Ferreira e seu envolvimento com a seita da Unificação e o Reverendo Moon.
Segundo ele, os vídeos do ‘Caso Moon Ferreira 2010 bispo na Coréia são as provas da associação entre o líder principal da Assembléia de Deus Ministério Madureira, bispo Manoel Ferreira, e o reverendo Moon, líder da seita "Igreja da Unificação," da Coréia do Sul. Os vídeos foram editados e postados por ele.
Em sua carta ele fala sobre o vídeo ‘Caso Moon Ferreira 2010,’ que mostrou o bispo Manoel Ferreira em alguns eventos relacionados à seita, conferindo a benção em uma cerimônia religiosa (casamento místico espiritual) na Igreja do reverendo Moon, em sua sede mundial na Coréia do Sul. Além disso, ele afirma que “ao contrário do que possa parecer, este não é um evento ordinário na liturgia do grupo, mas um dos eventos mais importantes para os membros da seita, pois é através do casamento místico e espiritual que os fiéis se tornam filhos espirituais do reverendo Moon.”
Ele descreveu ainda a Igreja da Unificação, dizendo que ela “é uma seita fundada por Sun Myung Moon, o qual teria nascido para completar a salvação dos homens, sendo ele mesmo a concretização da segunda vinda de Cristo.”
“Em síntese, o grupo afirma que Jesus fracassou em sua primeira vinda e cabe ao reverendo Moon completar sua missão, redimindo a humanidade. De acordo com a teologia do Moonismo, o destino final dos homens é serem casados e terem uma família perfeita. Isso porém não pode atualmente se realizar por que Jesus falhou, e assim não executou a salvação completa,” finalizou ele.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Promotoria pode pedir quebra de sigilo da Igreja Universal
Superior Tribunal de Justiça autoriza solicitação de informações bancárias da igreja aos EUA com base em tratado
O Ministério Público de São Paulo poderá pedir aos EUA a quebra de sigilo bancário de membros da Igreja Universal do Reino de Deus.
O ministro Ari Pargendler, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), reviu sua decisão anterior, que mantinha o impedimento determinado pelo presidente do Tribunal de Justiça de SP, Antonio Carlos Viana Santos.
O caso tem origem em inquérito civil instaurado pelo promotor Saad Mazloum, de São Paulo, para apurar suspeitas de irregularidades praticadas por membros da Iurd. Ele solicitara as informações bancárias com base no Tratado de Assistência Legal Mútua entre Brasil e EUA.
A igreja pediu a cassação dessa medida, sob o argumento de que a quebra de sigilo bancário depende de prévia autorização judicial.
A juíza de direito Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi concedeu a ordem. O Ministério Público recorreu, pedindo a suspensão da sentença, o que foi indeferido pelo presidente do TJ-SP.
Para ele, a documentação bancária obtida sem respeitar às formalidades da lei seria imprestável como prova.
Em agosto, Saad Mazloum afirmou à Folha que centenas de casos de lavagem de dinheiro poderiam ser anulados se prevalecesse o entendimento de que um promotor não pode fazer pedidos diretos aos Estados Unidos.
Na decisão anterior, Pargendler afirmou que "a autoridade brasileira não pode obter, no exterior, pela via de colaboração jurídica internacional, o que lhe está vedado, no exercício da competência própria, no país".
O procurador da República Vladimir Aras, avaliou, naquela ocasião, que se a decisão do tribunal paulista fosse mantida pelo STJ, significaria "ampliar a jurisdição do país para além das fronteiras internacionais".
Ao reconsiderar sua decisão, Pargendler ponderou que a cooperação internacional tem caráter de solicitação, não depende da legislação do Estado requerido.
Ação contra bispo será transferida
O processo em que o líder da Igreja Universal, Edir Macedo, e outras nove pessoas foram acusadas de crimes de lavagem de dinheiro no exterior será transferido para a Justiça Federal, que vai receber os autos da causa e recomeçá-la do zero. O Tribunal de Justiça de SP anulou o processo porque tal ação é da competência da Justiça Federal. O Ministério Público Estadual estuda se vai recorrer.
Fonte: Folha de São Paulo
O Ministério Público de São Paulo poderá pedir aos EUA a quebra de sigilo bancário de membros da Igreja Universal do Reino de Deus.
O ministro Ari Pargendler, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), reviu sua decisão anterior, que mantinha o impedimento determinado pelo presidente do Tribunal de Justiça de SP, Antonio Carlos Viana Santos.
O caso tem origem em inquérito civil instaurado pelo promotor Saad Mazloum, de São Paulo, para apurar suspeitas de irregularidades praticadas por membros da Iurd. Ele solicitara as informações bancárias com base no Tratado de Assistência Legal Mútua entre Brasil e EUA.
A igreja pediu a cassação dessa medida, sob o argumento de que a quebra de sigilo bancário depende de prévia autorização judicial.
A juíza de direito Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi concedeu a ordem. O Ministério Público recorreu, pedindo a suspensão da sentença, o que foi indeferido pelo presidente do TJ-SP.
Para ele, a documentação bancária obtida sem respeitar às formalidades da lei seria imprestável como prova.
Em agosto, Saad Mazloum afirmou à Folha que centenas de casos de lavagem de dinheiro poderiam ser anulados se prevalecesse o entendimento de que um promotor não pode fazer pedidos diretos aos Estados Unidos.
Na decisão anterior, Pargendler afirmou que "a autoridade brasileira não pode obter, no exterior, pela via de colaboração jurídica internacional, o que lhe está vedado, no exercício da competência própria, no país".
O procurador da República Vladimir Aras, avaliou, naquela ocasião, que se a decisão do tribunal paulista fosse mantida pelo STJ, significaria "ampliar a jurisdição do país para além das fronteiras internacionais".
Ao reconsiderar sua decisão, Pargendler ponderou que a cooperação internacional tem caráter de solicitação, não depende da legislação do Estado requerido.
Ação contra bispo será transferida
O processo em que o líder da Igreja Universal, Edir Macedo, e outras nove pessoas foram acusadas de crimes de lavagem de dinheiro no exterior será transferido para a Justiça Federal, que vai receber os autos da causa e recomeçá-la do zero. O Tribunal de Justiça de SP anulou o processo porque tal ação é da competência da Justiça Federal. O Ministério Público Estadual estuda se vai recorrer.
Fonte: Folha de São Paulo
Silas Malafaia quer lugar ao Sol no SBT
O apresentador Ratinho estaria articulando encontro do pastor com diretora-geral do SBT para conseguir um programa em horário nobre.
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, colunista no site Veja.com, a negociação está sendo articulada pelo apresentador Ratinho, que viabilizará um encontro do pastor com Daniela Beyruti, diretora-geral do SBT e uma das filhas de Silvio Santos.
A ideia é veicular um programa evangélico em horário nobre, assim como a Band faz com o "Show da Fé", do missionário R.R. Soares. Atualmente, a Igreja Assembleia de Deus exibe seu programa, o "Vitória em Cristo", em várias emissoras, como a Band, a RedeTV! e a CNT.
Essa não é a primeira vez que um líder de igreja evangélica tentar comprar horários no SBT. Recentemente, R.R. Soares fez proposta para ocupar horários no canal de Silvio Santos. Caso o SBT aceite a tentadora proposta da igreja de Malafaia, a Globo se tornará a única das grandes emissoras sem a veiculação de programas evangélicos em sua grade de programação.
Fonte: Creio
De acordo com o jornalista Lauro Jardim, colunista no site Veja.com, a negociação está sendo articulada pelo apresentador Ratinho, que viabilizará um encontro do pastor com Daniela Beyruti, diretora-geral do SBT e uma das filhas de Silvio Santos.
A ideia é veicular um programa evangélico em horário nobre, assim como a Band faz com o "Show da Fé", do missionário R.R. Soares. Atualmente, a Igreja Assembleia de Deus exibe seu programa, o "Vitória em Cristo", em várias emissoras, como a Band, a RedeTV! e a CNT.
Essa não é a primeira vez que um líder de igreja evangélica tentar comprar horários no SBT. Recentemente, R.R. Soares fez proposta para ocupar horários no canal de Silvio Santos. Caso o SBT aceite a tentadora proposta da igreja de Malafaia, a Globo se tornará a única das grandes emissoras sem a veiculação de programas evangélicos em sua grade de programação.
Fonte: Creio
Seleção não é lugar para pregação, diz Mano Menezes
O técnico Mano Menezes comentou em entrevista exclusiva ao Terra sobre o assunto religião dentro da Seleção Brasileira.
O treinador afirmou que não proibirá que os jogadores cultuem suas crenças, mas que não aceitará imposições de crenças no grupo.
Durante a Copa do Mundo de 2010, o pastor Anselmo Alves, 51 anos, espécie de guru oficial do time nacional desde a Copa de 2002, esteve presente dentro do grupo de Dunga.
“Recebi por interesse de ir atrás do que tinha se passado (em 2010). Tem que se cuidar muito com quem você vai buscar essas informações. Mas eu tenho uma linha de conduzir nesse assunto delicado de maneira muito clara. Nem no clube nem na Seleção é lugar de pregação”, disse Mano.
“Pode cultuar a sua crença dentro do respeito e limite de cada um. Não vai lá convencer ninguém. Você respeita e cultua a sua”, completou o treinador da equipe verde e amarela.
O assunto sempre foi um tema que gerou polêmica. Em 2002, diversos jogadores comemoraram o título mundial com camisas em que exaltavam Jesus. A Fifa, inclusive, determinou a proibição de manifestações religiosas nas comemorações de suas competições.
Depois da Copa do Mundo de 2006, houve alguns boatos que teria acontecido um racha durante o Mundial entre os jogadores evangélicos e o resto do grupo. Fato desmentido pelo zagueiro Lúcio antes da Copa na África do Sul.
Fonte: Terra
O treinador afirmou que não proibirá que os jogadores cultuem suas crenças, mas que não aceitará imposições de crenças no grupo.
Durante a Copa do Mundo de 2010, o pastor Anselmo Alves, 51 anos, espécie de guru oficial do time nacional desde a Copa de 2002, esteve presente dentro do grupo de Dunga.
“Recebi por interesse de ir atrás do que tinha se passado (em 2010). Tem que se cuidar muito com quem você vai buscar essas informações. Mas eu tenho uma linha de conduzir nesse assunto delicado de maneira muito clara. Nem no clube nem na Seleção é lugar de pregação”, disse Mano.
“Pode cultuar a sua crença dentro do respeito e limite de cada um. Não vai lá convencer ninguém. Você respeita e cultua a sua”, completou o treinador da equipe verde e amarela.
O assunto sempre foi um tema que gerou polêmica. Em 2002, diversos jogadores comemoraram o título mundial com camisas em que exaltavam Jesus. A Fifa, inclusive, determinou a proibição de manifestações religiosas nas comemorações de suas competições.
Depois da Copa do Mundo de 2006, houve alguns boatos que teria acontecido um racha durante o Mundial entre os jogadores evangélicos e o resto do grupo. Fato desmentido pelo zagueiro Lúcio antes da Copa na África do Sul.
Fonte: Terra
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Dilma se compromete com evangélicos a vetar teses históricas do PT
Dilma Rousseff se comprometeu ontem com evangélicos a negar ampliação de direito ao aborto, casamento homossexual e novo registro civil para transexuais.
Na luta para garantir o voto dos eleitores evangélicos, a candidata do PT, Dilma Rousseff, comprometeu-se a vetar questões polêmicas previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que foi montado dentro do próprio governo.
Entre os itens que prometeu vetar, caso eleita, estão a ampliação do direito ao aborto, o casamento de pessoas do mesmo sexo e a mudança no registro civil para transexuais. Disse ainda que respeitará a livre organização religiosa e os cultos evangélicos. Para reforçar o compromisso, a campanha de Dilma estuda a divulgação de uma carta.
Fruto de seguidas conferências de direitos humanos - uma marca dos governos do PT -, até agora o PNDH-3 vinha sofrendo críticas por prever o controle social dos meios de comunicação e a revisão na Lei da Anistia, mas nunca havia sido atacado por um ex-ministro do atual governo. E com a importância de Dilma.
Em resposta às promessas da candidata, de que questões como o aborto, a fé e o homossexualismo não devem fazer parte da política do governo, 51 representantes de Igrejas Evangélicas que se reuniram com Dilma e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o almoço, ontem, disseram que a partir de sábado vão anunciar o apoio à petista em seus templos e cultos.
Dilma tem razão para ceder tanto aos evangélicos, a ponto de abjurar de parte do Programa de Direitos Humanos. De acordo com o pastor Ivanir de Moura, presidente da Federação Evangélica de Santa Catarina, hoje os evangélicos são cerca de 50 milhões, detendo por volta de 25 milhões a 30 milhões de votos.
Passagem secreta
Lula também contribuiu para convencer os evangélicos a apoiar Dilma. Sem alarde, o presidente deixou o Palácio do Planalto e foi até o hotel onde ocorria o encontro entre Dilma e os líderes religiosos. Entrou por uma passagem longe dos olhos dos repórteres. No encontro, disse que em seu governo nunca as igrejas tiveram tanta liberdade de culto. E lembrou veto seu ao artigo de uma lei que restringia as preces em voz alta durante os cultos, por considerá-las poluição sonora.
Lula disse também aos evangélicos que não acreditassem que Dilma seria favorável ao aborto. "Todo mundo se lembra que tanto em 2002 quanto em 2006 eu fui vítima de boatos e preconceitos. E nunca houve tanta liberdade quanto em meu governo", disse o presidente.
O reverendo Guilhermino Cunha, presidente da Igreja Presbiteriana, foi um dos primeiros a pregar o apoio dos evangélicos a Dilma. Recorreu a uma parábola para defender a petista. Segundo ele, numa viagem transoceânica, um rato estava roendo os fios do sistema de navegação da aeronave. O comandante pensou que todos cairiam no mar. Mas se lembrou de suas aulas de biologia e de que o rato tem o cérebro pequeno.
Então, imbicou o avião para o alto, até que o pouco ar no cérebro do roedor o levou à morte. "É preciso voar alto. Os ratos não resistem às grandes altitudes", disse o reverendo. Ele não quis dizer quem é rato da parábola. "Digo que fazer uma oposição injusta e ingrata, à base de boatos, não resiste aos voos mais altos."
O deputado Manoel Ferreira (PR-RJ), coordenador da bancada evangélica na campanha de Dilma, disse que o encontro foi importante porque os pastores vão se engajar na luta para eleger a petista. Ele afirmou que, mesmo tendo sido procurado pelo tucano José Serra, preferiu ficar com Dilma por causa do governo Lula. "O ponto alto de nossa campanha é a continuidade do governo do presidente Lula, dos programas sociais e da distribuição de renda", argumentou ele.
Fonte: Estadão
Na luta para garantir o voto dos eleitores evangélicos, a candidata do PT, Dilma Rousseff, comprometeu-se a vetar questões polêmicas previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que foi montado dentro do próprio governo.
Entre os itens que prometeu vetar, caso eleita, estão a ampliação do direito ao aborto, o casamento de pessoas do mesmo sexo e a mudança no registro civil para transexuais. Disse ainda que respeitará a livre organização religiosa e os cultos evangélicos. Para reforçar o compromisso, a campanha de Dilma estuda a divulgação de uma carta.
Fruto de seguidas conferências de direitos humanos - uma marca dos governos do PT -, até agora o PNDH-3 vinha sofrendo críticas por prever o controle social dos meios de comunicação e a revisão na Lei da Anistia, mas nunca havia sido atacado por um ex-ministro do atual governo. E com a importância de Dilma.
Em resposta às promessas da candidata, de que questões como o aborto, a fé e o homossexualismo não devem fazer parte da política do governo, 51 representantes de Igrejas Evangélicas que se reuniram com Dilma e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o almoço, ontem, disseram que a partir de sábado vão anunciar o apoio à petista em seus templos e cultos.
Dilma tem razão para ceder tanto aos evangélicos, a ponto de abjurar de parte do Programa de Direitos Humanos. De acordo com o pastor Ivanir de Moura, presidente da Federação Evangélica de Santa Catarina, hoje os evangélicos são cerca de 50 milhões, detendo por volta de 25 milhões a 30 milhões de votos.
Passagem secreta
Lula também contribuiu para convencer os evangélicos a apoiar Dilma. Sem alarde, o presidente deixou o Palácio do Planalto e foi até o hotel onde ocorria o encontro entre Dilma e os líderes religiosos. Entrou por uma passagem longe dos olhos dos repórteres. No encontro, disse que em seu governo nunca as igrejas tiveram tanta liberdade de culto. E lembrou veto seu ao artigo de uma lei que restringia as preces em voz alta durante os cultos, por considerá-las poluição sonora.
Lula disse também aos evangélicos que não acreditassem que Dilma seria favorável ao aborto. "Todo mundo se lembra que tanto em 2002 quanto em 2006 eu fui vítima de boatos e preconceitos. E nunca houve tanta liberdade quanto em meu governo", disse o presidente.
O reverendo Guilhermino Cunha, presidente da Igreja Presbiteriana, foi um dos primeiros a pregar o apoio dos evangélicos a Dilma. Recorreu a uma parábola para defender a petista. Segundo ele, numa viagem transoceânica, um rato estava roendo os fios do sistema de navegação da aeronave. O comandante pensou que todos cairiam no mar. Mas se lembrou de suas aulas de biologia e de que o rato tem o cérebro pequeno.
Então, imbicou o avião para o alto, até que o pouco ar no cérebro do roedor o levou à morte. "É preciso voar alto. Os ratos não resistem às grandes altitudes", disse o reverendo. Ele não quis dizer quem é rato da parábola. "Digo que fazer uma oposição injusta e ingrata, à base de boatos, não resiste aos voos mais altos."
O deputado Manoel Ferreira (PR-RJ), coordenador da bancada evangélica na campanha de Dilma, disse que o encontro foi importante porque os pastores vão se engajar na luta para eleger a petista. Ele afirmou que, mesmo tendo sido procurado pelo tucano José Serra, preferiu ficar com Dilma por causa do governo Lula. "O ponto alto de nossa campanha é a continuidade do governo do presidente Lula, dos programas sociais e da distribuição de renda", argumentou ele.
Fonte: Estadão
Ameaças de radicais abalam a fé de cristãos
Um líder da Igreja em Israel, cuja identidade não é revelada por questão de segurança, confirma que vem mantendo contato com cristãos recém-convertidos do islã. Ele informa que eles estão vulneráveis e precisam do apoio da Igreja.
“Nós precisamos ajudá-los e orientá-los. Sei que preciso estar próximo deles”, declara.
Esta atitude tem provocado reações de grupos islâmicos. O líder cristão e sua igreja têm recebido sérios alertas de que devem interromper o contato com a população muçulmana. Devido à tensão crescente, algumas famílias abandonaram a congregação com medo de serem abordadas e sofrerem ameaças.
“Não temos problemas com a autoridade Palestina”, afirma o líder da Igreja. Nós cremos que eles fazem o melhor para proteger os cristãos, mas é de um pequeno grupo de fanáticos que estamos recebendo ameaças; estes são difíceis de serem controlados pelas autoridades.
Motivos de oração:
Ore pela proteção da comunidade cristã na Cisjordânia, especialmente por aqueles sem passado cristão.
Ore para que este líder específico, e também pelos pastores em situação semelhante para que recebam de Deus sabedoria e força neste momento.
Ore pelos cristãos da Palestina que passam por dificuldades e/ou sofrem ameaças. Ore para que o Senhor os ajude a tomarem as melhores decisões.
Fonte: Missão Portas Abertas
“Nós precisamos ajudá-los e orientá-los. Sei que preciso estar próximo deles”, declara.
Esta atitude tem provocado reações de grupos islâmicos. O líder cristão e sua igreja têm recebido sérios alertas de que devem interromper o contato com a população muçulmana. Devido à tensão crescente, algumas famílias abandonaram a congregação com medo de serem abordadas e sofrerem ameaças.
“Não temos problemas com a autoridade Palestina”, afirma o líder da Igreja. Nós cremos que eles fazem o melhor para proteger os cristãos, mas é de um pequeno grupo de fanáticos que estamos recebendo ameaças; estes são difíceis de serem controlados pelas autoridades.
Motivos de oração:
Ore pela proteção da comunidade cristã na Cisjordânia, especialmente por aqueles sem passado cristão.
Ore para que este líder específico, e também pelos pastores em situação semelhante para que recebam de Deus sabedoria e força neste momento.
Ore pelos cristãos da Palestina que passam por dificuldades e/ou sofrem ameaças. Ore para que o Senhor os ajude a tomarem as melhores decisões.
Fonte: Missão Portas Abertas
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