Um pastor evangélico, 31 anos, agrediu a esposa, 36 anos, com socos na madrugada do dia 10 dentro do apartamento do casal, em Uberlândia.
A mulher chamou a Polícia Militar e o homem foi preso, enquadrado na lei Maria da Penha.
Segundo informações dos policiais que atenderam a ocorrência, uma discussão entre eles levou o pastor a perder a cabeça e agredir a mulher com murros na cabeça, no estômago e na boca dela, onde houve um pequeno corte. O casal tem quatro filhos sob custódia de parentes.
O pastor não quis dar declarações à reportagem do CORREIO de Uberlândia, mas disse que nunca havia sido preso antes. O delegado de plantão arbitrou fiança de R$ 1 mil para liberá-lo.
Fonte: Creio
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Pastores da Igreja Quadrangular morrem em acidente no PA
Um grave acidente rodoviário ocorrido na manhã de ontem deixou três pessoas mortas e outras três levemente feridas.
O acidente foi na rodovia PA-287, a 60 quilômetros de Redenção, entre a Vila Alacilândia e a sede do município de Conceição do Araguaia (PA).
O casal de pastores da Igreja do Evangelho Quadrangular, Vanderlan Martins Pereira e Marilene Silva Barbosa, que seguia numa moto em direção a Conceição, morreu ao ser atingido de frente por uma caminhonete Hilux, que vinha em sentido contrário.
A motocicleta em que os pastores estavam foi arremessada a uma distância de mais de 70 metros e ficou completamente destruída. O casal morreu no local.
O carro que atingiu as vítimas era dirigido por Amauri Miguel Oliveira, 48 anos, que também morreu. Além de Amauri, estavam no carro a esposa dele, Laudelina de Oliveira Alcântara, 45, e dois filhos do casal, um de 10 e outro de 15 anos. Eles sofreram apenas ferimentos leves. A família é de Brasília (DF) e estava indo para o município de São Félix do Xingu, sul do Pará.
Segundo o soldado bombeiro Maelson, que ajudou a resgatar as vítimas, um buraco no meio da pista teria provocado o trágico acidente. O carro teria tentado desviar do buraco e invadido a pista contrária, batendo de frente com os ocupantes da moto.
Fonte: Creio
O acidente foi na rodovia PA-287, a 60 quilômetros de Redenção, entre a Vila Alacilândia e a sede do município de Conceição do Araguaia (PA).
O casal de pastores da Igreja do Evangelho Quadrangular, Vanderlan Martins Pereira e Marilene Silva Barbosa, que seguia numa moto em direção a Conceição, morreu ao ser atingido de frente por uma caminhonete Hilux, que vinha em sentido contrário.
A motocicleta em que os pastores estavam foi arremessada a uma distância de mais de 70 metros e ficou completamente destruída. O casal morreu no local.
O carro que atingiu as vítimas era dirigido por Amauri Miguel Oliveira, 48 anos, que também morreu. Além de Amauri, estavam no carro a esposa dele, Laudelina de Oliveira Alcântara, 45, e dois filhos do casal, um de 10 e outro de 15 anos. Eles sofreram apenas ferimentos leves. A família é de Brasília (DF) e estava indo para o município de São Félix do Xingu, sul do Pará.
Segundo o soldado bombeiro Maelson, que ajudou a resgatar as vítimas, um buraco no meio da pista teria provocado o trágico acidente. O carro teria tentado desviar do buraco e invadido a pista contrária, batendo de frente com os ocupantes da moto.
Fonte: Creio
Brasileiros que buscam a cura apenas na religião são quase 100 mil
Há quase 100 mil pessoas no Brasil que, quando ficam doentes, não procuram um posto médico, nem clínica, nem hospital.
Preferem se entregar a religiosos que oram ou rezam por sua cura, ou a curandeiros que dizem receber espíritos pra operar milagres e restaurar a saúde dos que acreditam.
Segundo a pesquisa "Um Panorama da Saúde no Brasil - acesso e utilização dos serviços, condições de saúde e fatores de risco e proteção à saúde 2008", divulgada neste 31 de março pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde, 97 mil brasileiros costumam procurar seu "serviço de saúde" em cultos religiosos quando precisam de atendimento.
Obviamente, este não foi o dado destacado pelos divulgadores oficiais, até porque o número de pessoas envolvidas nesta observação é muito pequeno se comparado com o universo de 139,9 milhões que costumam buscar outro tipo de serviço de saúde.
Mas não deixa de ser curioso perceber este número tão expressivo, em termos absolutos, daqueles que costumam, exclusivamente, preferir receber uma oração ou mandinga espiritual do que procurar um profissional. E esse número ficaria ainda maior se incluísse aqueles que declararam que costumam buscar outro tipo de atendimento profissional, mas que não deixam de ir também nos cultos de curas.
A tabela que traz a informação religiosa, intitulada "Características de saúde dos moradores - Tabela 2.9: Pessoas que normalmente procuravam o mesmo serviço de saúde quando precisavam de atendimento de saúde, por tipo de serviço normalmente procurado, segundo os grupos de idade, o sexo e as classes de rendimento mensal domiciliar per capita - Brasil - 2008", chama de "outros" a opção dos 97 mil brasileiros.
Mas, nas explicações finais do relatório, o texto dá um detalhamento maior ao tópico, deixando clara a que tipo de escolha se refere: "outro tipo de serviço (curandeiro, centro espírita etc.) – quando a pessoa tem o hábito de procurar o mesmo serviço que presta atendimento de saúde informal (culto religioso voltado para a cura divina, terreiro de umbanda, centro espírita, pajelança, curandeiro, rezadeira, curiosa, benzedor, pai de santo, entidade espírita, pessoa que presta alguma atividade de atenção à saúde sem ter formação profissional nesta área etc.)".
O relatório ressalta que está excluída desta opção "o serviço prestado por profissional de saúde que atende em consultório, clínica ou posto de saúde mantido por culto religioso". Dos que buscam culto religioso ou curandeiro, 50 mil são mulheres, sendo 26 mil com mais de 40 anos.
Quando considerado ambos os sexos, 45 mil têm mais de 40 anos e 60 mil tem rendimento menor que um salário mínimo. Os outros serviços de saúde relacionados na pesquisa, e o número de pessoas que buscam neles o atendimento, são: Posto ou centro de saúde (79.422.000, o mais procurado), Consultório particular (26.851.000), Ambulatório de hospital (17.073.000), Pronto-socorro ou emergência (7.088.000), Ambulatório ou consultório de clínica (5.877.000), Farmácia (2.148.000), Ambulatório ou consultório de empresa ou sindicato (1.008.000) e Agente comunitário de saúde (320.000).
Fonte: IBGE via Creio
Preferem se entregar a religiosos que oram ou rezam por sua cura, ou a curandeiros que dizem receber espíritos pra operar milagres e restaurar a saúde dos que acreditam.
Segundo a pesquisa "Um Panorama da Saúde no Brasil - acesso e utilização dos serviços, condições de saúde e fatores de risco e proteção à saúde 2008", divulgada neste 31 de março pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde, 97 mil brasileiros costumam procurar seu "serviço de saúde" em cultos religiosos quando precisam de atendimento.
Obviamente, este não foi o dado destacado pelos divulgadores oficiais, até porque o número de pessoas envolvidas nesta observação é muito pequeno se comparado com o universo de 139,9 milhões que costumam buscar outro tipo de serviço de saúde.
Mas não deixa de ser curioso perceber este número tão expressivo, em termos absolutos, daqueles que costumam, exclusivamente, preferir receber uma oração ou mandinga espiritual do que procurar um profissional. E esse número ficaria ainda maior se incluísse aqueles que declararam que costumam buscar outro tipo de atendimento profissional, mas que não deixam de ir também nos cultos de curas.
A tabela que traz a informação religiosa, intitulada "Características de saúde dos moradores - Tabela 2.9: Pessoas que normalmente procuravam o mesmo serviço de saúde quando precisavam de atendimento de saúde, por tipo de serviço normalmente procurado, segundo os grupos de idade, o sexo e as classes de rendimento mensal domiciliar per capita - Brasil - 2008", chama de "outros" a opção dos 97 mil brasileiros.
Mas, nas explicações finais do relatório, o texto dá um detalhamento maior ao tópico, deixando clara a que tipo de escolha se refere: "outro tipo de serviço (curandeiro, centro espírita etc.) – quando a pessoa tem o hábito de procurar o mesmo serviço que presta atendimento de saúde informal (culto religioso voltado para a cura divina, terreiro de umbanda, centro espírita, pajelança, curandeiro, rezadeira, curiosa, benzedor, pai de santo, entidade espírita, pessoa que presta alguma atividade de atenção à saúde sem ter formação profissional nesta área etc.)".
O relatório ressalta que está excluída desta opção "o serviço prestado por profissional de saúde que atende em consultório, clínica ou posto de saúde mantido por culto religioso". Dos que buscam culto religioso ou curandeiro, 50 mil são mulheres, sendo 26 mil com mais de 40 anos.
Quando considerado ambos os sexos, 45 mil têm mais de 40 anos e 60 mil tem rendimento menor que um salário mínimo. Os outros serviços de saúde relacionados na pesquisa, e o número de pessoas que buscam neles o atendimento, são: Posto ou centro de saúde (79.422.000, o mais procurado), Consultório particular (26.851.000), Ambulatório de hospital (17.073.000), Pronto-socorro ou emergência (7.088.000), Ambulatório ou consultório de clínica (5.877.000), Farmácia (2.148.000), Ambulatório ou consultório de empresa ou sindicato (1.008.000) e Agente comunitário de saúde (320.000).
Fonte: IBGE via Creio
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Ataques a cristãos indianos aumentaram na última década
Os cristãos da Índia enfrentaram mais ataques na última década, sofrendo mais de 130 ataques por ano desde 2001, com cifras que ultrapassam em muito as de 2007 e 2008.
Em 2010, os cristãos sofreram pelo menos 149 ataques violentos, de acordo com a Comunidade Evangélica da Índia (EFI).
A maioria dos incidentes ocorreu em apenas quatro estados: Karnataka e Andhra Pradesh, no sul da Índia, e dois estados vizinhos no centro-norte do país, Madhya Pradesh e Chhattisgarh. Dos 23 milhões de cristãos indianos, 2.7 milhões vivem nesses quatro estados.
Em 2009, houve mais de 152 ataques em toda a Índia. Três dos quatro estados com maior perseguição aos cristãos (Karnataka, Chhattisgarh e Madhya Pradesh) são governados pelo partido nacionalista-hindu Bharatiya Janata (BJP), e a EFI observou que o alto número de ataques a cristãos nesses estados não foi nenhuma coincidência.
“Enquanto não se pode dizer que o partido do governo teve um papel direto nos ataques a cristãos, sua cumplicidade também não pode ser eliminada”, afirmou o relatório.
Em 1998, os cristãos foram alvejados pelo BJP e por Rashtriya Swayamsevak Sangh ou RSS, dirigente do conglomerado nacionalista hindu da Índia e mentor ideológico do BJP, quando Sonia Gandhi, nascida na Itália, católica por descendência, tornou-se a presidente do Partido do Congresso.
Os ataques a cristãos foram aparentemente destinados a persuadir Sonia Gandhi a falar em favor dos cristãos para que ela fosse rotulada como uma líder da minoria cristã, em oposição à liderança da maioria hindu reivindicada pelo BJP.
Em 2010, os cristãos sofreram pelo menos 149 ataques violentos, de acordo com a Comunidade Evangélica da Índia (EFI).
A maioria dos incidentes ocorreu em apenas quatro estados: Karnataka e Andhra Pradesh, no sul da Índia, e dois estados vizinhos no centro-norte do país, Madhya Pradesh e Chhattisgarh. Dos 23 milhões de cristãos indianos, 2.7 milhões vivem nesses quatro estados.
Em 2009, houve mais de 152 ataques em toda a Índia. Três dos quatro estados com maior perseguição aos cristãos (Karnataka, Chhattisgarh e Madhya Pradesh) são governados pelo partido nacionalista-hindu Bharatiya Janata (BJP), e a EFI observou que o alto número de ataques a cristãos nesses estados não foi nenhuma coincidência.
“Enquanto não se pode dizer que o partido do governo teve um papel direto nos ataques a cristãos, sua cumplicidade também não pode ser eliminada”, afirmou o relatório.
Em 1998, os cristãos foram alvejados pelo BJP e por Rashtriya Swayamsevak Sangh ou RSS, dirigente do conglomerado nacionalista hindu da Índia e mentor ideológico do BJP, quando Sonia Gandhi, nascida na Itália, católica por descendência, tornou-se a presidente do Partido do Congresso.
Os ataques a cristãos foram aparentemente destinados a persuadir Sonia Gandhi a falar em favor dos cristãos para que ela fosse rotulada como uma líder da minoria cristã, em oposição à liderança da maioria hindu reivindicada pelo BJP.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Agência: Milhares de cristãos fugiram do Iraque Central
A agência de Refugiados das Nações Unidas relatou que milhares de cristãos iraquianos estão fugindo do Iraque Central e buscando refúgio na região norte do país.
Cerca de 1000 famílias têm fugido de Bagdá e Mosul para a região controlada de Kurdish e Planícies de Nineveh no norte, de acordo com o Alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidas (UNHCR, sigla em inglês). Um número crescente de cristãos iraquianos tem também cruzado a fronteira para a Síria, Jordão e Líbano.
A agência expressou preocupação com relação à Suécia ter repatriado forçosamente um grupo de 20 iraquianos, incluindo 5 cristãos de Bagdá, depois de seus pedidos de asilo serem rejeitados.
“A UNHCR reiterou fortemente o seu apelo aos países para absterem-se de deportar os iraquianos das partes mais perigosas do país,” falou Melissa Fleming, porta-voz chefe da agência, aos repórteres em Genova na sexta-feira.
Um cristão disse aos oficiais que escapou do Iraque em 2007 depois de receber ameaça de morte de milicianos. Ele viajou por todo o Oriente Médio e Europa antes de finalmente chegar à Suécia.
O homem disse que pediu asilo político três vezes em 2008 mas todos eles foram rejeitados porque não se considerou que ele estava pessoalmente visado.
Alguns foram rejeitados por causa da melhora das condições de segurança no Iraque.
Saída do país
“O êxodo lento, porém constante” dos cristãos se iniciou em 31 de outubro com o ataque mortal na Igreja Católica da capital do Iraque e ataques subsequentes. Pelo menos 58 pessoas morreram quando militantes armados, alguns vestindo coletes suicidas, invadiram a Igreja Nossa Senhora da Salvação durante a Missa de Domingo.
“Nós temos ouvido muitos testemunhos de pessoas fugindo de suas casas depois de receberem ameaças diretas. Alguns foram capazes de agarrar somente alguns de seus pertences com eles,” disse Fleming.
“Nossos escritórios distribuíram ajuda de emergência e estão em contato com as autoridades locais para assegurar que os cristãos que se deslocaram recentemente, estejam sendo apoiados e assistidos.”
Muitos dos cristãos iraquianos que recentemente chegaram à Síria, Jordão e Líbano, disseram aos escritórios da UNHCR que partiram com medo, como resultado do ataque violento em 31 de outubro.
A agência de refugiados disse que as Igrejas e organizações não governamentais os têm alertado a esperar que mais pessoas fujam nas próximas semanas.
Na quarta-feira, o Vice-Presidente dos EUA Joe Biden disse em seu discurso antes do Conselho de Segurança, que a frequência dos ataques violentos tem alcançado seu nível mais baixo desde que o governo dos Estados Unidos entrou no Iraque em 2003.
Mas ele reconheceu que “os ataques pelos extremistas” permanecem entre desafios enfrentados pelas forças de segurança no Iraque e expressaram preocupação particular pelos ataques dirigidos às pessoas de fé, incluindo cristãos e muçulmanos.
Proteção
A UNHCR disse reconhece os esforços que o governo do Iraque está fazendo para tentar proteger todos os cidadãos, incluindo grupos de minoria vulneráveis tais como os cristãos.
“O Iraque reiterou seu compromisso de aumentar a proteção dos lugares de culto,” disse Fleming.
Apesar do número de vítimas civis ser inferior em relação ao ano passado, grupos minoritários estão cada vez mais suscetíveis a ameaças e ataques, acrescentou ela.
Fleming reiterou a posição da UNHCR de que os requerentes de asilo que vêm das províncias de Bagdá, Diyala, Nineveh e Salah-al-Din, no Iraque, bem como da província de Kirkuk, não devem retornar e devem ser “considerados cuidadosamente” dada a “violência ainda em alto nível” em todo o Iraque.
“A UNHCR considera sério que – incluindo indiscriminação – ameaças à vida, integridade física ou liberdade resultantes da violência ou eventos que seriamente perturbam a ordem pública, são razões válidas para a proteção internacional,” disse Fleming.
Fonte: Missão Portas Abertas
Cerca de 1000 famílias têm fugido de Bagdá e Mosul para a região controlada de Kurdish e Planícies de Nineveh no norte, de acordo com o Alto Comissariado para Refugiados das Nações Unidas (UNHCR, sigla em inglês). Um número crescente de cristãos iraquianos tem também cruzado a fronteira para a Síria, Jordão e Líbano.
A agência expressou preocupação com relação à Suécia ter repatriado forçosamente um grupo de 20 iraquianos, incluindo 5 cristãos de Bagdá, depois de seus pedidos de asilo serem rejeitados.
“A UNHCR reiterou fortemente o seu apelo aos países para absterem-se de deportar os iraquianos das partes mais perigosas do país,” falou Melissa Fleming, porta-voz chefe da agência, aos repórteres em Genova na sexta-feira.
Um cristão disse aos oficiais que escapou do Iraque em 2007 depois de receber ameaça de morte de milicianos. Ele viajou por todo o Oriente Médio e Europa antes de finalmente chegar à Suécia.
O homem disse que pediu asilo político três vezes em 2008 mas todos eles foram rejeitados porque não se considerou que ele estava pessoalmente visado.
Alguns foram rejeitados por causa da melhora das condições de segurança no Iraque.
Saída do país
“O êxodo lento, porém constante” dos cristãos se iniciou em 31 de outubro com o ataque mortal na Igreja Católica da capital do Iraque e ataques subsequentes. Pelo menos 58 pessoas morreram quando militantes armados, alguns vestindo coletes suicidas, invadiram a Igreja Nossa Senhora da Salvação durante a Missa de Domingo.
“Nós temos ouvido muitos testemunhos de pessoas fugindo de suas casas depois de receberem ameaças diretas. Alguns foram capazes de agarrar somente alguns de seus pertences com eles,” disse Fleming.
“Nossos escritórios distribuíram ajuda de emergência e estão em contato com as autoridades locais para assegurar que os cristãos que se deslocaram recentemente, estejam sendo apoiados e assistidos.”
Muitos dos cristãos iraquianos que recentemente chegaram à Síria, Jordão e Líbano, disseram aos escritórios da UNHCR que partiram com medo, como resultado do ataque violento em 31 de outubro.
A agência de refugiados disse que as Igrejas e organizações não governamentais os têm alertado a esperar que mais pessoas fujam nas próximas semanas.
Na quarta-feira, o Vice-Presidente dos EUA Joe Biden disse em seu discurso antes do Conselho de Segurança, que a frequência dos ataques violentos tem alcançado seu nível mais baixo desde que o governo dos Estados Unidos entrou no Iraque em 2003.
Mas ele reconheceu que “os ataques pelos extremistas” permanecem entre desafios enfrentados pelas forças de segurança no Iraque e expressaram preocupação particular pelos ataques dirigidos às pessoas de fé, incluindo cristãos e muçulmanos.
Proteção
A UNHCR disse reconhece os esforços que o governo do Iraque está fazendo para tentar proteger todos os cidadãos, incluindo grupos de minoria vulneráveis tais como os cristãos.
“O Iraque reiterou seu compromisso de aumentar a proteção dos lugares de culto,” disse Fleming.
Apesar do número de vítimas civis ser inferior em relação ao ano passado, grupos minoritários estão cada vez mais suscetíveis a ameaças e ataques, acrescentou ela.
Fleming reiterou a posição da UNHCR de que os requerentes de asilo que vêm das províncias de Bagdá, Diyala, Nineveh e Salah-al-Din, no Iraque, bem como da província de Kirkuk, não devem retornar e devem ser “considerados cuidadosamente” dada a “violência ainda em alto nível” em todo o Iraque.
“A UNHCR considera sério que – incluindo indiscriminação – ameaças à vida, integridade física ou liberdade resultantes da violência ou eventos que seriamente perturbam a ordem pública, são razões válidas para a proteção internacional,” disse Fleming.
Fonte: Missão Portas Abertas
‘Guerra’ na Assembleia de Deus envolve denúncias de corrupção, agressões, polícia e justiça
Insatisfação com a nova administração do pastor Samuel Câmara, levou fiéis da Assembleia de Deus de São José dos Campos a procurar ajuda judicial.
Uma igreja em pé de ‘guerra’. Na tarde de ontem, pela segunda vez em três dias, fiéis da igreja Assembleia de Deus de São José dos Campos se negaram a cumprir uma ordem judicial que determina que a presidência da igreja matriz da denominação seja transferida para uma junta de pastores, representados por Antônio Luis Celani, o antigo pastor .
A história, que envolve a troca de acusações e agressões entre os grupos rivais, teve início há cerca de um ano, quando o pastor Celani deixou o cargo. Em seu lugar, assumiu o também pastor Samuel Câmara, de Belém (PA).
Mas a insatisfação com a nova administração do templo levou uma parcela dos fiéis a procurar ajuda judicial.
Direta ou indiretamente, essa disputa afeta a atuação das 182 igrejas mantidas pela denominação em São José (subordinadas à matriz), que juntas possuem patrimônio avaliado em R$ 30 milhões (apenas contando imóveis). São 10 mil fiéis.
Justiça
Em outubro, o grupo descontente com a presidência atual acionou a Justiça, que no último dia 17 concedeu liminar determinando o afastamento da atual diretoria. No entanto, ela se nega a deixar a igreja.
No início da tarde de ontem, um grupo de fiéis cercou o pátio da matriz com automóveis. Um oficial de justiça esteve no local, mas, novamente os fiéis, que já ocupavam o prédio, se negaram a sair do templo. Alegando não serem representantes da igreja, disseram não poder assinar a ordem da Justiça.
Cerco
A Polícia Militar foi chamada, mas não entrou na igreja, porque foi surpreendida com o número de pessoas no local. Os fiéis que ocupavam a igreja comemoraram a saída das autoridades com uma oração do lado de fora da igreja.
No domingo, fiéis favoráveis ao retorno de Celani tentaram entrar no templo. Houve confronto com o grupo rival. O tumulto somente foi contido com ajuda da Polícia.
Fonte: Rede Bom Dia Bauru
Uma igreja em pé de ‘guerra’. Na tarde de ontem, pela segunda vez em três dias, fiéis da igreja Assembleia de Deus de São José dos Campos se negaram a cumprir uma ordem judicial que determina que a presidência da igreja matriz da denominação seja transferida para uma junta de pastores, representados por Antônio Luis Celani, o antigo pastor .
A história, que envolve a troca de acusações e agressões entre os grupos rivais, teve início há cerca de um ano, quando o pastor Celani deixou o cargo. Em seu lugar, assumiu o também pastor Samuel Câmara, de Belém (PA).
Mas a insatisfação com a nova administração do templo levou uma parcela dos fiéis a procurar ajuda judicial.
Direta ou indiretamente, essa disputa afeta a atuação das 182 igrejas mantidas pela denominação em São José (subordinadas à matriz), que juntas possuem patrimônio avaliado em R$ 30 milhões (apenas contando imóveis). São 10 mil fiéis.
Justiça
Em outubro, o grupo descontente com a presidência atual acionou a Justiça, que no último dia 17 concedeu liminar determinando o afastamento da atual diretoria. No entanto, ela se nega a deixar a igreja.
No início da tarde de ontem, um grupo de fiéis cercou o pátio da matriz com automóveis. Um oficial de justiça esteve no local, mas, novamente os fiéis, que já ocupavam o prédio, se negaram a sair do templo. Alegando não serem representantes da igreja, disseram não poder assinar a ordem da Justiça.
Cerco
A Polícia Militar foi chamada, mas não entrou na igreja, porque foi surpreendida com o número de pessoas no local. Os fiéis que ocupavam a igreja comemoraram a saída das autoridades com uma oração do lado de fora da igreja.
No domingo, fiéis favoráveis ao retorno de Celani tentaram entrar no templo. Houve confronto com o grupo rival. O tumulto somente foi contido com ajuda da Polícia.
Fonte: Rede Bom Dia Bauru
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Cristão é incendiado e agredido
Um evangelista ainda se recupera de queimaduras após seis jovens muçulmanos o agredirem severamente e lhe atearem fogo no mês passado em uma aldeia perto da cidade da província de Punjab, segundo relatos de uma cristã ao Compass Direct.
Cristãos locais disseram ter encontrado o reverendo Wilson Agostinho, de 26 anos, inconsciente, com queimaduras na cabeça, mãos e braços em 22 de novembro perto da parada de ônibus nos arredores de Sargodha. Ele distribuia panfletos e anunciava Cristo porta-a-porta no dia anterior entre as famílias cristãs dali.
O cristão Rustam Masih disse ao Compass Direct que Agostinho ia porta a porta quando os filhos de um poderoso proprietário de terras viu um dos panfletos. Mais tarde os agressores foram identificados: Muhammad Usman Ghani, Taha Muhammad Khan, Mehmood Talha, Warriach Nisar, Cheema Zareen e Jamshaid Ali Ansari.
Aamir Masih, um cristão mais velho da mesma vila, disse que os jovens muçulmanos erroneamente consideravam versos do folheto que descreve a ressurreição de Jesus como algo depreciativo a Maomé, o profeta do islã.
"Depois de me incendiarem, eles começaram a me batendo de novo", disse Agostinho e continuou, “pelas agressões o fogo cessou e então eles me arrastaram para os arbustos próximos dali."
A polícia registrou um primeiro relatório de informação (FIR n º 1135/10) pelo ataque conjunto e tentativa de homicídio, mas se recusaram a nomear os suspeitos que a vítima queria identificar, disse Agostinho.
Um representante da polícia disse ao Compass Direct que os agentes se recusaram a registrar o caso contra os homens porque estava escuro e o cristão poderiam ter se confundido, proém o pai da viítima disse que a polícia foi subornada.
Fonte: Compass Direct
Cristãos locais disseram ter encontrado o reverendo Wilson Agostinho, de 26 anos, inconsciente, com queimaduras na cabeça, mãos e braços em 22 de novembro perto da parada de ônibus nos arredores de Sargodha. Ele distribuia panfletos e anunciava Cristo porta-a-porta no dia anterior entre as famílias cristãs dali.
O cristão Rustam Masih disse ao Compass Direct que Agostinho ia porta a porta quando os filhos de um poderoso proprietário de terras viu um dos panfletos. Mais tarde os agressores foram identificados: Muhammad Usman Ghani, Taha Muhammad Khan, Mehmood Talha, Warriach Nisar, Cheema Zareen e Jamshaid Ali Ansari.
Aamir Masih, um cristão mais velho da mesma vila, disse que os jovens muçulmanos erroneamente consideravam versos do folheto que descreve a ressurreição de Jesus como algo depreciativo a Maomé, o profeta do islã.
"Depois de me incendiarem, eles começaram a me batendo de novo", disse Agostinho e continuou, “pelas agressões o fogo cessou e então eles me arrastaram para os arbustos próximos dali."
A polícia registrou um primeiro relatório de informação (FIR n º 1135/10) pelo ataque conjunto e tentativa de homicídio, mas se recusaram a nomear os suspeitos que a vítima queria identificar, disse Agostinho.
Um representante da polícia disse ao Compass Direct que os agentes se recusaram a registrar o caso contra os homens porque estava escuro e o cristão poderiam ter se confundido, proém o pai da viítima disse que a polícia foi subornada.
Fonte: Compass Direct
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